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CATÁLOGO
Direito
Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica

Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica

Autor:
Adilson José Moreira
Ano:
2024
Tradutor:
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Tradutor:
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
2ª Edição
Encadernação:
Brochura
ISBN:
9786553961470
páginas:
420
Dimensões:
16
cm
×
23
cm
×
2
cm
Peso:
0.51
g

RESUMO

A EDITORA CONTRACORRENTE apresenta a segunda edição do aclamado livro “Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica”. Trata-se uma obra bastante peculiar sobre interpretação constitucional. Ela se afasta das premissas da neutralidade e da objetividade para defender uma perspectiva hermenêutica politicamente engajada. Essa proposta encontra fundamento no pressuposto de que cabe ao operador do direito no atual paradigma constitucional, interpretar normas legais a partir dos propósitos estabelecidos pela nossa ordem constitucional, notoriamente o compromisso com a construção de uma sociedade igualitária. Ao longo do ensaio, o autor defende a tese segundo a qual o processo de interpretação deve considerar a experiência de membros de grupos raciais subalternizados. Seguindo formulações da Teoria Racial Crítica e da Teoria Decolonial, Adilson José Moreira afirma que a posição dos indivíduos dentro dos sistemas de hierarquias sociais influencia de forma direta e indireta a maneira como eles interpretam normas jurídicas. O autor usa a técnica storytelling para articular as teorias jurídicas e experiências pessoais para defender uma hermenêutica de caráter emancipatório. A segunda edição da obra incorpora dois capítulos que abordam temas centrais para a experiência do intérprete que pensa a partir da experiência de grupos subalternizados. Proporcionam um nível maior de compreensão da importância das noções de consciência múltipla e de sujeitos subalternos na operação que Adilson chama de Hermenêutica Negra, elemento central para construir uma reflexão sobre os princípios centrais do constitucionalismo a partir da perspectiva a justiça racial. O livro contribui para a formação do que tem sido chamado por certos autores de Constitucionalismo Negro. “Muitas pessoas falaram sobre o impacto intelectual e emocional que a leitura da primeira edição desta obra teve nas suas vidas. Acredito que ele será agora ainda maior, mas também mais libertador, uma vez que esta segunda edição contribui de forma mais clara para a construção de uma prática constitucional emancipatória”, explica Adilson José Moreira.

sobre

A Editora Contracorrente apresenta a segunda edição do aclamado livro “Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica”.  

Trata-se uma obra bastante peculiar sobre interpretação constitucional. Ela se afasta das premissas da neutralidade e da objetividade para defender uma perspectiva hermenêutica politicamente engajada. Essa proposta encontra fundamento no pressuposto de que cabe ao operador do direitono atual paradigma constitucional, interpretar normas legais a partir dos propósitos estabelecidos pela nossa ordem constitucional, notoriamente o compromisso com a construção de uma sociedade igualitária.

Ao longo do ensaio, o autor defende a tese segundo a qual o processo de interpretação deve considerar a experiência de membros de grupos raciais subalternizados. Seguindo formulações da Teoria Racial Crítica e da Teoria Decolonial, Adilson José Moreira afirma que a posição dos indivíduosdentro dos sistemas de hierarquias sociais influência de forma direta eindireta a maneira como eles interpretam normas jurídicas.

O autor usa a técnica storytelling para articular as teorias jurídicas e experiências pessoais para defender uma hermenêutica de caráter emancipatório. A segunda edição da obra incorpora dois capítulos que abordam temas centrais para a experiência do intérprete que pensa a partir da experiência de grupos subalternizados. Proporcionam um nível maior de compreensão da importância das noções de consciência múltipla e de sujeitos subalternos na operação que Adilson chama de Hermenêutica Negra, elemento central para construir uma reflexão sobre os princípios centrais do constitucionalismo a partir da perspectiva a justiça racial.

O livro contribui para a formação do que tem sido chamado por certos autores de Constitucionalismo Negro. “Muitas pessoas falaram sobre o impacto intelectual eemocional que a leitura da primeira edição desta obra teve nas suas vidas. Acredito que ele será agora ainda maior, mas também mais libertador, uma vezque esta segunda edição contribui de forma mais clara para a construção de umaprática constitucional emancipatória”, explica Adilson José Moreira.

Índice

PREFÁCIO - Fabio Francisco Esteves
PREFÁCIO - Guilherme de Azevedo
NOTA DO AUTOR À SEGUNDA EDIÇÃO
AGRADECIMENTOS
APRESENTAÇÃO
PROLÓGO – QUEM PODE FALAR PELOS SUBORDINADOS?
CAPÍTULO I – SOBRE COMO EU ME TORNEI UM JURISTA NEGRO
CAPÍTULO II – HERMENÊUTICA JURÍDICA E NARRATIVAS PESSOAIS
CAPÍTULO III – INTERPRETANDO O DIREITO COMO UM SUBALTERNO

3.1 Como a condição de subalternidade é reproduzida?            

3.2 Discriminaçãoinstitucional e governança racial

CAPÍTULO IV – O JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO E A MITOLOGIA LIBERAL
CAPÍTULO V – PODE UM JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO INTER-PRETAR O DIREITO DE FORMA OBJETIVA?

5.1 Como pensa um jurista branco?      

5.2O jurista branco e o processo de reificação do mundo        

5.3 O mito da neutralidadee da objetividade  

5.4 As transformações dahermenêutica filosófica e constitucional

CAPÍTULO VI – QUAL É O LUGAR DA RAÇA NA INTERPRETAÇÃO JURÍ-DICA?

6.1 Sobre a dimensão política da identidade    

6.2Racialização e estigmas raciais        

6.3A questão da consciência racial      

6.4O liberalismo racial brasileiro          

6.5Sobre projetos de dominação racial            

6.6O valor econômico da raça

6.7Sobre a racialização dos espaços sociais    

6.8 Sobre os problemas daneutralidade racial              

CAPÍTULO VII – O “HUMANISMO RACIAL BRASILEIRO”: O NOSSO RA-CISMO PARTICULAR
CAPÍTULO VIII – SOBRE A IMPORTÂNCIA DO PROTAGONISMO NEGRO
CAPÍTULO IX – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PRIVILÉGIO

CAPÍTULO X – SOBRE RESPEITABILIDADE SOCIAL

 

CAPÍTULOXI – INTERSECCIONALIDADE, MULTIDIMENSIONALIDADE E CONSCIÊNCIA MÚLTIPLA

 

CAPÍTULOXII – QUAL É O SENTIDO DA IGUALDADE PARA UM JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO?        

12.1O que um jurista branco entende por igualdade?                

12.2Como um jurista que pensa como um negro deve analisar a igualdade?  

12.3A igualdade constitucional e as desigualdades de status

 

CAPÍTULOXIII – HERMENÊUTICA NEGRA E INTERPRETAÇÃO DA IGUALDADE

13.1Hermenêutica Negra e princípios constitucionais              

13.2O jurista que pensa como um negro é um ativista?            

 

CONCLUSÃO:PENSAR COMO UM NEGRO

               

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Adilson José Moreira

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Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica

Autor:
Adilson José Moreira
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Tradutor:
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Tradutor:
Prefácio:
Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Tradutor:
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Fabio Francisco Esteves e Guilherme de Azevedo
Ano:
2024
2ª Edição
Encadernação:
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Brochura
ISBN:
9786553961470
Dimensões:
16
cm
×
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cm
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cm
Páginas:
420
Peso:
0.51
g

RESUMO

A EDITORA CONTRACORRENTE apresenta a segunda edição do aclamado livro “Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica”. Trata-se uma obra bastante peculiar sobre interpretação constitucional. Ela se afasta das premissas da neutralidade e da objetividade para defender uma perspectiva hermenêutica politicamente engajada. Essa proposta encontra fundamento no pressuposto de que cabe ao operador do direito no atual paradigma constitucional, interpretar normas legais a partir dos propósitos estabelecidos pela nossa ordem constitucional, notoriamente o compromisso com a construção de uma sociedade igualitária. Ao longo do ensaio, o autor defende a tese segundo a qual o processo de interpretação deve considerar a experiência de membros de grupos raciais subalternizados. Seguindo formulações da Teoria Racial Crítica e da Teoria Decolonial, Adilson José Moreira afirma que a posição dos indivíduos dentro dos sistemas de hierarquias sociais influencia de forma direta e indireta a maneira como eles interpretam normas jurídicas. O autor usa a técnica storytelling para articular as teorias jurídicas e experiências pessoais para defender uma hermenêutica de caráter emancipatório. A segunda edição da obra incorpora dois capítulos que abordam temas centrais para a experiência do intérprete que pensa a partir da experiência de grupos subalternizados. Proporcionam um nível maior de compreensão da importância das noções de consciência múltipla e de sujeitos subalternos na operação que Adilson chama de Hermenêutica Negra, elemento central para construir uma reflexão sobre os princípios centrais do constitucionalismo a partir da perspectiva a justiça racial. O livro contribui para a formação do que tem sido chamado por certos autores de Constitucionalismo Negro. “Muitas pessoas falaram sobre o impacto intelectual e emocional que a leitura da primeira edição desta obra teve nas suas vidas. Acredito que ele será agora ainda maior, mas também mais libertador, uma vez que esta segunda edição contribui de forma mais clara para a construção de uma prática constitucional emancipatória”, explica Adilson José Moreira.

sobre

A Editora Contracorrente apresenta a segunda edição do aclamado livro “Pensando como um Negro: Ensaio de Hermenêutica Jurídica”.  

Trata-se uma obra bastante peculiar sobre interpretação constitucional. Ela se afasta das premissas da neutralidade e da objetividade para defender uma perspectiva hermenêutica politicamente engajada. Essa proposta encontra fundamento no pressuposto de que cabe ao operador do direitono atual paradigma constitucional, interpretar normas legais a partir dos propósitos estabelecidos pela nossa ordem constitucional, notoriamente o compromisso com a construção de uma sociedade igualitária.

Ao longo do ensaio, o autor defende a tese segundo a qual o processo de interpretação deve considerar a experiência de membros de grupos raciais subalternizados. Seguindo formulações da Teoria Racial Crítica e da Teoria Decolonial, Adilson José Moreira afirma que a posição dos indivíduosdentro dos sistemas de hierarquias sociais influência de forma direta eindireta a maneira como eles interpretam normas jurídicas.

O autor usa a técnica storytelling para articular as teorias jurídicas e experiências pessoais para defender uma hermenêutica de caráter emancipatório. A segunda edição da obra incorpora dois capítulos que abordam temas centrais para a experiência do intérprete que pensa a partir da experiência de grupos subalternizados. Proporcionam um nível maior de compreensão da importância das noções de consciência múltipla e de sujeitos subalternos na operação que Adilson chama de Hermenêutica Negra, elemento central para construir uma reflexão sobre os princípios centrais do constitucionalismo a partir da perspectiva a justiça racial.

O livro contribui para a formação do que tem sido chamado por certos autores de Constitucionalismo Negro. “Muitas pessoas falaram sobre o impacto intelectual eemocional que a leitura da primeira edição desta obra teve nas suas vidas. Acredito que ele será agora ainda maior, mas também mais libertador, uma vezque esta segunda edição contribui de forma mais clara para a construção de umaprática constitucional emancipatória”, explica Adilson José Moreira.

Índice

PREFÁCIO - Fabio Francisco Esteves
PREFÁCIO - Guilherme de Azevedo
NOTA DO AUTOR À SEGUNDA EDIÇÃO
AGRADECIMENTOS
APRESENTAÇÃO
PROLÓGO – QUEM PODE FALAR PELOS SUBORDINADOS?
CAPÍTULO I – SOBRE COMO EU ME TORNEI UM JURISTA NEGRO
CAPÍTULO II – HERMENÊUTICA JURÍDICA E NARRATIVAS PESSOAIS
CAPÍTULO III – INTERPRETANDO O DIREITO COMO UM SUBALTERNO

3.1 Como a condição de subalternidade é reproduzida?            

3.2 Discriminaçãoinstitucional e governança racial

CAPÍTULO IV – O JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO E A MITOLOGIA LIBERAL
CAPÍTULO V – PODE UM JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO INTER-PRETAR O DIREITO DE FORMA OBJETIVA?

5.1 Como pensa um jurista branco?      

5.2O jurista branco e o processo de reificação do mundo        

5.3 O mito da neutralidadee da objetividade  

5.4 As transformações dahermenêutica filosófica e constitucional

CAPÍTULO VI – QUAL É O LUGAR DA RAÇA NA INTERPRETAÇÃO JURÍ-DICA?

6.1 Sobre a dimensão política da identidade    

6.2Racialização e estigmas raciais        

6.3A questão da consciência racial      

6.4O liberalismo racial brasileiro          

6.5Sobre projetos de dominação racial            

6.6O valor econômico da raça

6.7Sobre a racialização dos espaços sociais    

6.8 Sobre os problemas daneutralidade racial              

CAPÍTULO VII – O “HUMANISMO RACIAL BRASILEIRO”: O NOSSO RA-CISMO PARTICULAR
CAPÍTULO VIII – SOBRE A IMPORTÂNCIA DO PROTAGONISMO NEGRO
CAPÍTULO IX – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PRIVILÉGIO

CAPÍTULO X – SOBRE RESPEITABILIDADE SOCIAL

 

CAPÍTULOXI – INTERSECCIONALIDADE, MULTIDIMENSIONALIDADE E CONSCIÊNCIA MÚLTIPLA

 

CAPÍTULOXII – QUAL É O SENTIDO DA IGUALDADE PARA UM JURISTA QUE PENSA COMO UM NEGRO?        

12.1O que um jurista branco entende por igualdade?                

12.2Como um jurista que pensa como um negro deve analisar a igualdade?  

12.3A igualdade constitucional e as desigualdades de status

 

CAPÍTULOXIII – HERMENÊUTICA NEGRA E INTERPRETAÇÃO DA IGUALDADE

13.1Hermenêutica Negra e princípios constitucionais              

13.2O jurista que pensa como um negro é um ativista?            

 

CONCLUSÃO:PENSAR COMO UM NEGRO

               

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Adilson José Moreira

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.

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