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Economia
As Doutrinas Econômicas – Tomo III: A Revolução Marginalista Neoclássica (1870-1930): o agente racional na história do pensamento econômico

As Doutrinas Econômicas – Tomo III: A Revolução Marginalista Neoclássica (1870-1930): o agente racional na história do pensamento econômico

PRÉ-VENDA: ENVIO A PARTIR DE 10 DE ABRIL *Prazo estimado, podendo sofrer alterações.
Autoria:
Coordenação:
Fabrício Augusto de Oliveira
Ano:
2026
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
1ª Edição
Encadernação:
Brochura
ISBN:
9786553963368
Páginas:
296
Dimensões:
15.5
cm
×
3
cm
×
22.5
cm
Peso:
450
g

RESUMO

O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.

sobre

"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."

A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.

O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.

A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.

CONHEÇA O AUTOR

Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.

Autores

"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."

A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.

O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.

A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.

CONHEÇA O AUTOR

Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.

Índice

NOTA DO AUTOR
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I – O QUADRO ECONÔMICO DA ÉPOCA E O MÉTODO NEOCLÁSSICO DE ANÁLISE

1.1 O quadro econômico da época e o método de análise neoclássico: ciência “pura” em um mundo econômico “idealizado”

1.2 O Individualismo Metodológico (IM)

1.3 O indivíduo no pensamento neoclássico: algumas notas críticas

CAPÍTULO II – OS FUNDADORES DA TEORIA NEOCLÁSSICA: STANLEY JEVONS, CARL MENGER E LÉON WALRAS

2.1 Os fundadores da teoria neoclássica: bombardeios na teoria clássica do valor-trabalho

2.1.1 Um pouco de suas vidas e formação

2.2 A ambição da economia como ciência “pura”, exata

2.3 A construção da ciência pura: as leis naturais, o agente racional e a livre concorrência

2.4 O método estático de análise: ignorando a história

2.5 O deslocamento do valor-trabalho para o valor-utilidade e o equilíbrio no mercado de produtos

2.6 A utilidade marginal e o processo subjetivo de avaliação

2.6.1 As origens do valor subjetivo e do princípio da utilidade marginal

2.7 A soberania do consumidor à luz do princípio marginal e do valor-utilidade

2.8 Uma explicação prévia (mas necessária) sobre os rendimentos decrescentes na produção da teoria neoclássica

2.9 O princípio marginal e o equilíbrio no mercado de fatores de produção: os dilemas (e inconsistências) da teoria neoclássica

2.9.1 As soluções de Jevons e Menger: esboços e inconsistências

2.9.2 O modelo de equilíbrio geral walrasiano

2.10 Problemas ligados à lógica do pensamento neoclássico

2.10.1 Insuficiências e inconsistências da teoria neoclássica

CAPÍTULO III – ALFRED MARSHALL: TEMPO, EMPRESA REPRESENTATIVA E MORALISMO

3.1 Introdução

3.2 Vida e obra

3.3 Procura, oferta, preços e valor

3.4 Concorrência perfeita e equilíbrio parcial

3.5 A distribuição dos frutos da produção

CAPÍTULO IV – A SEGUNDA GERAÇÃO DOS ECONOMISTAS NEOCLÁSSICOS: ASSENTANDO BASES EM UM CAMPO MINADO

4.1 Introdução

4.2 Wieser e Böhm-Bawerk: as teorias do valor e do capital neoclássicas revisitadas

4.3 J. B. Clark: aperfeiçoando o cálculo da produtividade marginal e preocupações com a justiça distributiva

4.4 Vilfredo Pareto: abandono da medida cardinal de utilidade e o ponto (ilusório) de máxima eficiência no modelo de concorrência walrasiano

4.5 Knut Wicksell: crédito e taxa de juros bancária – jogando nuvens monetárias no modelo de equilíbrio geral

4.6 Irving Fisher: do equilíbrio neoclássico à grande depressão da década de 1930 – uma trajetória de sucessos e tragédias

4.6.1 Introdução

4.6.2 Caminhos tortuosos e vitoriosos do economista (1867-1905)

4.6.3 O céu como limite (1905-1929)

4.6.4 As curvas de indiferença

4.6.5 A teoria do capital, do investimento e da taxa de juros, e a preferência temporal

4.6.6 Fisher e a teoria quantitativa da moeda

4.6.7 A diferença entre taxa real e taxa nominal de juros4.6.8 Fisher e os Índices de Preços

4.6.9 De volta ao inferno (1929)

4.6.10 A redenção intelectual ignorada: o trabalho de 1933 sobre a teoria da deflação e da dívida

4.7 Joseph Schumpeter: a “destruição criativa” e a economia em movimento

4.7.1 Introdução

4.7.2 A teoria do Desenvolvimento Econômico: o otimismo da “destruição criativa” e os ciclos econômicos

4.7.3 O pessimismo da maturidade sobre o futuro do capitalismo

CAPÍTULO V – A TEORIA AUSTRÍACA DO CAPITAL (TAC)

5.1 Introdução

5.2 O neoclassicismo e a teoria austríaca de economia e do capital

5.2.1 Ludwig von Mises: a moeda e o ciclo econômico

5.2.2 Friedrich von Hayek e a Teoria Austríaca do Capital (TAC)CAPÍTULO VI – O DESMORONAMENTO DA TEORIA NEOCLÁSSICA

6.1 Introdução

6.2 Concorrência perfeita e imperfeita (monopolística): o avanço de pedras no caminho do pensamento neoclássico

6.3 A crise de 1930: o ocaso da teoria neoclássica

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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As Doutrinas Econômicas – Tomo III: A Revolução Marginalista Neoclássica (1870-1930): o agente racional na história do pensamento econômico

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PRÉ-VENDA: ENVIO A PARTIR DE 10 DE ABRIL *Prazo estimado, podendo sofrer alterações.
Autoria:
Coordenação:
Fabrício Augusto de Oliveira
Prefácio:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
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Tradutor:
Tradutor:
Ano:
2026
1ª Edição
Encadernação:
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Brochura
ISBN:
9786553963368
Dimensões:
15.5
cm
×
3
cm
×
22.5
cm
Páginas:
296
Peso:
450
g
PRÉ-VENDA: ENVIO A PARTIR DE 10 DE ABRIL *Prazo estimado, podendo sofrer alterações.

RESUMO

O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.

sobre

"Este é o terceiro tomo de um dos mais extraordinários projetos editoriais já realizados pela teoria econômica brasileira. Com 'As doutrinas econômicas', composto de cinco volumes, o Professor Fabrício Augusto de Oliveira pretende apresentar didaticamente o pensamento das várias escolas de economia, procurando entender a razão de seu distanciamento na explicação dos fenômenos econômicos e nos distintos remédios por elas recomendados, à luz dos diferentes métodos que utilizam na sua compreensão e na dos papeis desempenhados pelos agentes econômicos, entre os quais se inclui o Estado, para a superação das dificuldades que impedem a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada do ponto de vista social."

A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de anunciar a publicação do terceiro tomo de “As doutrinas econômicas”, um extraordinário projeto editorial escrito pelo Professor Fabrício Augusto de Oliveira cujo objetivo é apresentar de forma didática o pensamento das diferentes escolas econômicas, de modo a compreender as divergências na explicação dos fenômenos econômicos e nas soluções propostas.

O primeiro tomo da obra, dedicado à economia política clássica, foi finalista do Prêmio Jabuti (2024).O terceiro volume que ora entregamos aos leitores parte de uma inquietação central: até que ponto a economia dominante descreve, de fato, o comportamento humano? Inspirado pelas críticas de Daniel Kahneman ao modelo do homo economicus, o autor realiza uma investigação sobre as origens, pressupostos e fragilidades da escola neoclássica, que sustenta grande parte da teoria econômica até hoje.

A obra dedica atenção à Escola Austríaca e à Teoria Austríaca do Capital, discutindo seus esforços para explicar os ciclos econômicos e suas limitações diante das crises. Examina ainda o colapso da teoria neoclássica frente à crise de 1929 e a ascensão do pensamento de Keynes como resposta às falhas dos mecanismos automáticos de equilíbrio defendidos pela ortodoxia. Uma leitura indicada para estudantes, pesquisadores e leitores interessados nas disputas teóricas que moldaram a economia moderna.

CONHEÇA O AUTOR

Fabrício Augusto de Oliveira é Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp e atualmente Professor da Escola do Legislativo do Estado de Minas Gerais, além de consultor de economia do setor público e economia brasileira. Foi Professor-adjunto da PUC-MG e da UFMG, Professor Livre-docente da Unicamp, Professor-visitante da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Professor do Curso de Mestrado da Fundação João Pinheiro. Foi ainda Secretário adjunto-geral da Secretaria da Fazenda de Minas Gerais no governo Itamar Franco. Foi premiado com o 1º Lugar do Prêmio Brasil de Economia, de 2011, do Conselho Federal de Economia, com o livro Economia e Política das Finanças Públicas no Brasil, e com o 2º Lugar, em 2020, com o livro Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. O tomo I de As doutrinas econômicas, publicado em 2023 pela Editora Contracorrente, foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2024.

Índice

NOTA DO AUTOR
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I – O QUADRO ECONÔMICO DA ÉPOCA E O MÉTODO NEOCLÁSSICO DE ANÁLISE

1.1 O quadro econômico da época e o método de análise neoclássico: ciência “pura” em um mundo econômico “idealizado”

1.2 O Individualismo Metodológico (IM)

1.3 O indivíduo no pensamento neoclássico: algumas notas críticas

CAPÍTULO II – OS FUNDADORES DA TEORIA NEOCLÁSSICA: STANLEY JEVONS, CARL MENGER E LÉON WALRAS

2.1 Os fundadores da teoria neoclássica: bombardeios na teoria clássica do valor-trabalho

2.1.1 Um pouco de suas vidas e formação

2.2 A ambição da economia como ciência “pura”, exata

2.3 A construção da ciência pura: as leis naturais, o agente racional e a livre concorrência

2.4 O método estático de análise: ignorando a história

2.5 O deslocamento do valor-trabalho para o valor-utilidade e o equilíbrio no mercado de produtos

2.6 A utilidade marginal e o processo subjetivo de avaliação

2.6.1 As origens do valor subjetivo e do princípio da utilidade marginal

2.7 A soberania do consumidor à luz do princípio marginal e do valor-utilidade

2.8 Uma explicação prévia (mas necessária) sobre os rendimentos decrescentes na produção da teoria neoclássica

2.9 O princípio marginal e o equilíbrio no mercado de fatores de produção: os dilemas (e inconsistências) da teoria neoclássica

2.9.1 As soluções de Jevons e Menger: esboços e inconsistências

2.9.2 O modelo de equilíbrio geral walrasiano

2.10 Problemas ligados à lógica do pensamento neoclássico

2.10.1 Insuficiências e inconsistências da teoria neoclássica

CAPÍTULO III – ALFRED MARSHALL: TEMPO, EMPRESA REPRESENTATIVA E MORALISMO

3.1 Introdução

3.2 Vida e obra

3.3 Procura, oferta, preços e valor

3.4 Concorrência perfeita e equilíbrio parcial

3.5 A distribuição dos frutos da produção

CAPÍTULO IV – A SEGUNDA GERAÇÃO DOS ECONOMISTAS NEOCLÁSSICOS: ASSENTANDO BASES EM UM CAMPO MINADO

4.1 Introdução

4.2 Wieser e Böhm-Bawerk: as teorias do valor e do capital neoclássicas revisitadas

4.3 J. B. Clark: aperfeiçoando o cálculo da produtividade marginal e preocupações com a justiça distributiva

4.4 Vilfredo Pareto: abandono da medida cardinal de utilidade e o ponto (ilusório) de máxima eficiência no modelo de concorrência walrasiano

4.5 Knut Wicksell: crédito e taxa de juros bancária – jogando nuvens monetárias no modelo de equilíbrio geral

4.6 Irving Fisher: do equilíbrio neoclássico à grande depressão da década de 1930 – uma trajetória de sucessos e tragédias

4.6.1 Introdução

4.6.2 Caminhos tortuosos e vitoriosos do economista (1867-1905)

4.6.3 O céu como limite (1905-1929)

4.6.4 As curvas de indiferença

4.6.5 A teoria do capital, do investimento e da taxa de juros, e a preferência temporal

4.6.6 Fisher e a teoria quantitativa da moeda

4.6.7 A diferença entre taxa real e taxa nominal de juros4.6.8 Fisher e os Índices de Preços

4.6.9 De volta ao inferno (1929)

4.6.10 A redenção intelectual ignorada: o trabalho de 1933 sobre a teoria da deflação e da dívida

4.7 Joseph Schumpeter: a “destruição criativa” e a economia em movimento

4.7.1 Introdução

4.7.2 A teoria do Desenvolvimento Econômico: o otimismo da “destruição criativa” e os ciclos econômicos

4.7.3 O pessimismo da maturidade sobre o futuro do capitalismo

CAPÍTULO V – A TEORIA AUSTRÍACA DO CAPITAL (TAC)

5.1 Introdução

5.2 O neoclassicismo e a teoria austríaca de economia e do capital

5.2.1 Ludwig von Mises: a moeda e o ciclo econômico

5.2.2 Friedrich von Hayek e a Teoria Austríaca do Capital (TAC)CAPÍTULO VI – O DESMORONAMENTO DA TEORIA NEOCLÁSSICA

6.1 Introdução

6.2 Concorrência perfeita e imperfeita (monopolística): o avanço de pedras no caminho do pensamento neoclássico

6.3 A crise de 1930: o ocaso da teoria neoclássica

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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CNPJ: 22.120.667.0001-60
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