
“O Brasil é essencialmente uma sociedade mestiça marcada pelo racismo, é uma sociedade culturalmente alienada cujas elites se pensam europeias, que talvez por isso está quase-estagnada desde 1990. Mas tem uma sociedade civil forte que tem sabido lutar pela igualdade e pela democracia”.
A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do novo livro de Luiz Caros Bresser-Pereira: “Interpretações do Brasil e o método nas Ciências Sociais. O autor propõe fazer uma análise centrada não no desenvolvimento da formação social brasileira, como o fizeram Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior e Raymundo Faoro, mas na evolução das interpretações conflitantes sobre essa realidade brasileira a partir de 1930.
Na obra, Bresser-Pereira avalia nove interpretações, localizadas em cinco períodos históricos, destacando como diferentes correntes de pensamento refletem as transformações econômicas, políticas e sociais do país. Ao relacionar essas interpretações às disputas entre classes sociais, como burguesia industrial, burguesia mercantil, tecnoburocracia e trabalhadores, a obra oferece uma leitura crítica das coalizões de poder que moldaram o desenvolvimento nacional. O resultado é um panorama interpretativo que ilumina as tensões estruturais do capitalismo brasileiro e aponta alternativas para seu futuro.
Sobre o autor
Luiz Carlos Bresser-Pereira é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, onde pesquisa e ensina Teoria Econômica e Teoria Política desde 1959. Foi Ministro da Fazenda (1987), Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (1995-98) e Ministro da Ciência e da Tecnologia (1999). É doutor honoris causa pela Universidade de Buenos Aires. Recebeu o prêmio Juca Pato de melhor intelectual do ano, em 2015. É autor, entre outros livros, de Construindo o Estado Republicano (2004), Macroeconomia da Estagnação (2007), Globalização e Competição (2009), Macroeconomia Desenvolvimentista (2014, com José Luis Oreiro e Nelson Marconi), A Construção Política do Brasil (2015). Pela Editora Contracorrente publicou Novo Desenvolvimentismo: introduzindo uma nova teoria econômica e economia política (2024) e Projeto nacional contra a quase-estagnação: juros e câmbio, para o investimento privado, e aumento do investimento público (2025). Suas pesquisas atualmente concentram-se no novo desenvolvimentismo, sua macroeconomia e sua economia política.
“O Brasil é essencialmente uma sociedade mestiça marcada pelo racismo, é uma sociedade culturalmente alienada cujas elites se pensam europeias, que talvez por isso está quase-estagnada desde 1990. Mas tem uma sociedade civil forte que tem sabido lutar pela igualdade e pela democracia”.
A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do novo livro de Luiz Caros Bresser-Pereira: “Interpretações do Brasil e o método nas Ciências Sociais. O autor propõe fazer uma análise centrada não no desenvolvimento da formação social brasileira, como o fizeram Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior e Raymundo Faoro, mas na evolução das interpretações conflitantes sobre essa realidade brasileira a partir de 1930.
Na obra, Bresser-Pereira avalia nove interpretações, localizadas em cinco períodos históricos, destacando como diferentes correntes de pensamento refletem as transformações econômicas, políticas e sociais do país. Ao relacionar essas interpretações às disputas entre classes sociais, como burguesia industrial, burguesia mercantil, tecnoburocracia e trabalhadores, a obra oferece uma leitura crítica das coalizões de poder que moldaram o desenvolvimento nacional. O resultado é um panorama interpretativo que ilumina as tensões estruturais do capitalismo brasileiro e aponta alternativas para seu futuro.
Sobre o autor
Luiz Carlos Bresser-Pereira é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, onde pesquisa e ensina Teoria Econômica e Teoria Política desde 1959. Foi Ministro da Fazenda (1987), Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (1995-98) e Ministro da Ciência e da Tecnologia (1999). É doutor honoris causa pela Universidade de Buenos Aires. Recebeu o prêmio Juca Pato de melhor intelectual do ano, em 2015. É autor, entre outros livros, de Construindo o Estado Republicano (2004), Macroeconomia da Estagnação (2007), Globalização e Competição (2009), Macroeconomia Desenvolvimentista (2014, com José Luis Oreiro e Nelson Marconi), A Construção Política do Brasil (2015). Pela Editora Contracorrente publicou Novo Desenvolvimentismo: introduzindo uma nova teoria econômica e economia política (2024) e Projeto nacional contra a quase-estagnação: juros e câmbio, para o investimento privado, e aumento do investimento público (2025). Suas pesquisas atualmente concentram-se no novo desenvolvimentismo, sua macroeconomia e sua economia política.
1.1 Interpretação da Vocação Agrária
1.2 Interpretação Nacional-Desenvolvimentista
1.3 Interpretação Autoritário-Modernizante
1.4 Interpretação da Superexploração Imperialista
1.5 Interpretação Funcional-Capitalista
1.6 Interpretação da Dependência Associada
1.7 Interpretação Democrático-Desenvolvimentista
1.8 Interpretação Neoliberal Financeiro-Rentista
1.9 Interpretação Novo-Desenvolvimentista
2.1 Uma sociedade racista
2.2 Revolução Capitalista
2.3 Revolução nacional anti-imperialista
2.4 Cultura alienada
2.5 Sociedade civil forte e democracia consolidada
2.6 Quase-estagnação
3.1 ISEB, CEPAL e a escola de sociologia paulista
3.2 Teoria da dependência
3.3 Desenvolvimentos posteriores
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“O Brasil é essencialmente uma sociedade mestiça marcada pelo racismo, é uma sociedade culturalmente alienada cujas elites se pensam europeias, que talvez por isso está quase-estagnada desde 1990. Mas tem uma sociedade civil forte que tem sabido lutar pela igualdade e pela democracia”.
A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar o lançamento do novo livro de Luiz Caros Bresser-Pereira: “Interpretações do Brasil e o método nas Ciências Sociais. O autor propõe fazer uma análise centrada não no desenvolvimento da formação social brasileira, como o fizeram Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior e Raymundo Faoro, mas na evolução das interpretações conflitantes sobre essa realidade brasileira a partir de 1930.
Na obra, Bresser-Pereira avalia nove interpretações, localizadas em cinco períodos históricos, destacando como diferentes correntes de pensamento refletem as transformações econômicas, políticas e sociais do país. Ao relacionar essas interpretações às disputas entre classes sociais, como burguesia industrial, burguesia mercantil, tecnoburocracia e trabalhadores, a obra oferece uma leitura crítica das coalizões de poder que moldaram o desenvolvimento nacional. O resultado é um panorama interpretativo que ilumina as tensões estruturais do capitalismo brasileiro e aponta alternativas para seu futuro.
Sobre o autor
Luiz Carlos Bresser-Pereira é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, onde pesquisa e ensina Teoria Econômica e Teoria Política desde 1959. Foi Ministro da Fazenda (1987), Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (1995-98) e Ministro da Ciência e da Tecnologia (1999). É doutor honoris causa pela Universidade de Buenos Aires. Recebeu o prêmio Juca Pato de melhor intelectual do ano, em 2015. É autor, entre outros livros, de Construindo o Estado Republicano (2004), Macroeconomia da Estagnação (2007), Globalização e Competição (2009), Macroeconomia Desenvolvimentista (2014, com José Luis Oreiro e Nelson Marconi), A Construção Política do Brasil (2015). Pela Editora Contracorrente publicou Novo Desenvolvimentismo: introduzindo uma nova teoria econômica e economia política (2024) e Projeto nacional contra a quase-estagnação: juros e câmbio, para o investimento privado, e aumento do investimento público (2025). Suas pesquisas atualmente concentram-se no novo desenvolvimentismo, sua macroeconomia e sua economia política.
1.1 Interpretação da Vocação Agrária
1.2 Interpretação Nacional-Desenvolvimentista
1.3 Interpretação Autoritário-Modernizante
1.4 Interpretação da Superexploração Imperialista
1.5 Interpretação Funcional-Capitalista
1.6 Interpretação da Dependência Associada
1.7 Interpretação Democrático-Desenvolvimentista
1.8 Interpretação Neoliberal Financeiro-Rentista
1.9 Interpretação Novo-Desenvolvimentista
2.1 Uma sociedade racista
2.2 Revolução Capitalista
2.3 Revolução nacional anti-imperialista
2.4 Cultura alienada
2.5 Sociedade civil forte e democracia consolidada
2.6 Quase-estagnação
3.1 ISEB, CEPAL e a escola de sociologia paulista
3.2 Teoria da dependência
3.3 Desenvolvimentos posteriores
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