(...) as elites do Leste Asiático nunca acreditaram que eram “brancas e europeias”. Essas diferenças são suficientes para explicar por que o Leste Asiático cresceu um pouco mais rápido do que o Brasil até 1980 (...)
Um mergulho na subjetividade de um grande brasileiro que insiste em transmitir a importância da cooperação, da solidariedade e da tolerância em um mundo cada vez mais ameaçado por confrontos armados, pandemias, crise climática e pobreza.