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Estado, democracia e controle externo das contratações públicas
Estado, democracia e controle externo das contratações públicas

Estado, democracia e controle externo das contratações públicas

Autoria:
Coordenação:
João Antonio da Silva Filho
Tradução:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
ISBN:
9786553962309
1ª Edição
Ano:
2024
Páginas:
284
1ª Edição
Ano:
2024
ISBN:
9786553962309
Páginas:
284
Peso:
Peso:
410
Ano:
2024
Dimensões:
2.5
cm
×
16
cm
×
23
cm
Peso:
410

A Editora Contracorrente tem o prazer de anunciar o lançamento do livro “Estado, democracia e controle externo das contratações públicas”, do respeitado jurista João Antonio da Silva Filho. O livro aborda a importância do controle externo no Estado de Direito, tendo como foco a atuação protetiva dos interesses públicos  pelas Cortes de Contas.

Referência no tema, o autor afirma que no regime democrático, em um contexto de livre mercado, o Estado não terá êxito se não regular as atividades econômicas, estabelecendo a relação entre planejamento público, iniciativa privada e interesse social.

Para João Antonio, as contratações públicas não devem ser atos meramente formais e ganham uma dimensão social relevante. Neste contexto, de contradição natural entre o interesse público e a iniciativa privada, muitas vezes sujeitas a erro, dolo e má-fé, se torna fundamental preservar o interesse público por meio de controles eficientes preventivos e repressivos.

‍

CONHEÇA O AUTOR

‍João Antonio da Silva Filho é Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) desde 2014. É Mestre em Filosofia do Direito pela PUC/SP e Doutor em Direito pela Uninove/SP. Iniciou a vida pública atuando nas Comunidades de Base da Igreja Católica e na área sindical na Capital. Foi vereador paulistano por três mandatos consecutivos, deputado estadual paulista e Secretário de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo (2013 a 2014). Presidiu o TCMSP de 2018 a 2022, além de ocupar cargos de Corregedor da Corte de Contas e Dirigente da Escola Superior de Gestão e Contas Públicas do Tribunal. É membro do Foro Iberoamericano de Derecho Administrativo (FIDA) e um dos Vice-Presidentes da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Publicou pela Contracorrente os livros A era do direito positivo: reflexões sobre política, Estado, Sociedade e Direito e Os Tribunais de Contas no Estado Democrático de Direito e os Desafios do Controle Externo.

Índice

AGRADECIMENTOS
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I – DEMOCRACIA E ATUAÇÃO DOS TRIBUNAIS DE CONTAS

1.1 Estado Democrático de Direito como instrumento de composição

1.2 Os pilares de sustentação do Estado Democrático de Direito

1.2.1 Sufrágio Universal e periódico e instrumentos de controle social como forma de legitimação da política e do Estado

1.2.2 Constituição como pacto

1.2.3 Freios e contrapesos e fortalecimento das instituições

1.2.4 Democratização da informação e da educação

1.3 Direitos Fundamentais na Constituição Federal e o papel da livre iniciativa segundo a Constituição

1.4 Papel do Estado no desenvolvimento do ser humano e a função do Estado no equilíbrio entre riquezas produzidas pelos particulares e riquezas distribuídas como forma de alavancagem no desenvolvimento social

CAPÍTULO II – A OPÇÃO DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO PELO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO EXERCIDO PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

2.1 Breve histórico das Cortes de Contas no Brasil

2.2 Os vários tipos de controle: preventivo e repressivo

2.3 Natureza jurídica dos julgados: força dos julgados dos Tribunais de Contas

2.3.1 Funções dos Tribunais de Contas

2.3.2 Natureza jurídica das decisões dos Tribunais de Contas

2.4 O papel dos Tribunais de Contas como avalista de políticas públicas exitosas

2.5 A interferência na esfera dos particulares dos julgados dos Tribunais de Contas

CAPÍTULO III – A REPERCUSSÃO ECONÔMICA E SOCIAL DAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS

3.1 As grandes contratações públicas e a repercussão econômica para o Estado

3.2 A repercussão social das grandes contratações públicas

3.3 A repercussão empresarial das grandes contratações públicas

3.3.1 O papel do compliance nas contratações públicas

CAPÍTULO IV – OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE PREVENTIVO DAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS

4.1 O controle preventivo como instrumento de mediação de conflitos

4.2 Instrumentos de composição de conflitos no âmbito dos Tribunais de Contas: Mesas Técnicas e Termo de Ajuste de Gestão

4.2.1 Termo de Ajustamento de Gestão

4.2.2 Mesas Técnicas

4.3 Estudo de Caso 1: a contratação dos serviços de indivisíveis de limpeza pública no Município de São Paulo

4.4 Estudo de Caso 2: suspensão do reequilíbrio econômico-financeiro do contrato de Concessão da Coleta do Lixo na Cidade de São Paulo

CONCLUSÃO
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Estado, democracia e controle externo das contratações públicas

Autoria:
Coordenação:
João Antonio da Silva Filho
Tradução:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
ISBN:
9786553962309
1ª Edição
Ano:
2024
Páginas:
284
1ª Edição
Ano:
2024
ISBN:
9786553962309
Páginas:
284
Peso:
Peso:
410
Ano:
2024
Dimensões:
2.5
cm
×
16
cm
×
23
cm
Peso:
410

A Editora Contracorrente tem o prazer de anunciar o lançamento do livro “Estado, democracia e controle externo das contratações públicas”, do respeitado jurista João Antonio da Silva Filho. O livro aborda a importância do controle externo no Estado de Direito, tendo como foco a atuação protetiva dos interesses públicos  pelas Cortes de Contas.

Referência no tema, o autor afirma que no regime democrático, em um contexto de livre mercado, o Estado não terá êxito se não regular as atividades econômicas, estabelecendo a relação entre planejamento público, iniciativa privada e interesse social.

Para João Antonio, as contratações públicas não devem ser atos meramente formais e ganham uma dimensão social relevante. Neste contexto, de contradição natural entre o interesse público e a iniciativa privada, muitas vezes sujeitas a erro, dolo e má-fé, se torna fundamental preservar o interesse público por meio de controles eficientes preventivos e repressivos.

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CONHEÇA O AUTOR

‍João Antonio da Silva Filho é Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) desde 2014. É Mestre em Filosofia do Direito pela PUC/SP e Doutor em Direito pela Uninove/SP. Iniciou a vida pública atuando nas Comunidades de Base da Igreja Católica e na área sindical na Capital. Foi vereador paulistano por três mandatos consecutivos, deputado estadual paulista e Secretário de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo (2013 a 2014). Presidiu o TCMSP de 2018 a 2022, além de ocupar cargos de Corregedor da Corte de Contas e Dirigente da Escola Superior de Gestão e Contas Públicas do Tribunal. É membro do Foro Iberoamericano de Derecho Administrativo (FIDA) e um dos Vice-Presidentes da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Publicou pela Contracorrente os livros A era do direito positivo: reflexões sobre política, Estado, Sociedade e Direito e Os Tribunais de Contas no Estado Democrático de Direito e os Desafios do Controle Externo.

Índice

AGRADECIMENTOS
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I – DEMOCRACIA E ATUAÇÃO DOS TRIBUNAIS DE CONTAS

1.1 Estado Democrático de Direito como instrumento de composição

1.2 Os pilares de sustentação do Estado Democrático de Direito

1.2.1 Sufrágio Universal e periódico e instrumentos de controle social como forma de legitimação da política e do Estado

1.2.2 Constituição como pacto

1.2.3 Freios e contrapesos e fortalecimento das instituições

1.2.4 Democratização da informação e da educação

1.3 Direitos Fundamentais na Constituição Federal e o papel da livre iniciativa segundo a Constituição

1.4 Papel do Estado no desenvolvimento do ser humano e a função do Estado no equilíbrio entre riquezas produzidas pelos particulares e riquezas distribuídas como forma de alavancagem no desenvolvimento social

CAPÍTULO II – A OPÇÃO DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO PELO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO EXERCIDO PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

2.1 Breve histórico das Cortes de Contas no Brasil

2.2 Os vários tipos de controle: preventivo e repressivo

2.3 Natureza jurídica dos julgados: força dos julgados dos Tribunais de Contas

2.3.1 Funções dos Tribunais de Contas

2.3.2 Natureza jurídica das decisões dos Tribunais de Contas

2.4 O papel dos Tribunais de Contas como avalista de políticas públicas exitosas

2.5 A interferência na esfera dos particulares dos julgados dos Tribunais de Contas

CAPÍTULO III – A REPERCUSSÃO ECONÔMICA E SOCIAL DAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS

3.1 As grandes contratações públicas e a repercussão econômica para o Estado

3.2 A repercussão social das grandes contratações públicas

3.3 A repercussão empresarial das grandes contratações públicas

3.3.1 O papel do compliance nas contratações públicas

CAPÍTULO IV – OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE PREVENTIVO DAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS

4.1 O controle preventivo como instrumento de mediação de conflitos

4.2 Instrumentos de composição de conflitos no âmbito dos Tribunais de Contas: Mesas Técnicas e Termo de Ajuste de Gestão

4.2.1 Termo de Ajustamento de Gestão

4.2.2 Mesas Técnicas

4.3 Estudo de Caso 1: a contratação dos serviços de indivisíveis de limpeza pública no Município de São Paulo

4.4 Estudo de Caso 2: suspensão do reequilíbrio econômico-financeiro do contrato de Concessão da Coleta do Lixo na Cidade de São Paulo

CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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