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Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade
Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade

Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade

Autoria:
Coordenação:
Thomas Vesting
Tradução:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
ISBN:
9786553960411
1ª Edição
Ano:
2022
Páginas:
300
1ª Edição
Ano:
2022
ISBN:
9786553960411
Páginas:
300
Peso:
Peso:
550
Ano:
2022
Dimensões:
23
cm
×
3
cm
×
16
cm
Peso:
550

A Editora Contracorrente tem a honra de anunciar a publicação do livro Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade, de autoria de um dos maiores teóricos do Direito da atualidade, o jurista alemão Thomas Vesting.

Em uma primorosa tradução de Ricardo Campos e Gercélia Mendes, a obra trata dos três ideais do homem moderno – gentleman, gestor e homo digitalis – no contexto do mundo técnico e do corpo social.

O livro de Thomas Vesting demonstra com erudição e clareza que a ascensão dos três ideais do homem se deu a partir de transformações nas ordens instituídas da sociedade moderna.

Nas palavras do próprio autor: “Através do exemplo de três ideais de personalidade do homem criativo moderno – o gentleman, o gestor e o homo digitalis – ele pretende mostrar que a evolução do conhecimento e a dinâmica econômica e tecnológica da Modernidade baseiam-se em práticas sociais de liberdade. Desde o início da Era Moderna, o sujeito vem dissociando-se do ´reino da realidade` para opor a ele um ´reino de possibilidades` inédito. Isso vem acompanhado da criação de uma forma processual de subjetividade jurídica cuja mutação é traçada no presente livro”.

Índice

INTRODUÇÃO
O PODER INSTITUINTE
CULTURA COMO SISTEMA SIMBÓLICO FORMADOR DE ORIENTAÇÃO

I. O legado universalista da teoria cultural
II. O duplo caráter da cultura moderna
III. O desafio da tecnologia da informação

‍

LIBERDADE CRIATIVA COMO FONTE DE DINÂMICA CULTURAL

I. Condições transubjetivas da subjetividade
II. Poder de imaginação como mimese poética
III. Do caráter de evento do novo

‍

CULTURA BURGUESA

I. O gentleman como ideal de personalidade
II. Postura técnica em relação ao mundo
1. O início da Idade Moderna como fase de fundação revolucionária 2. Realização por meio de trabalho incansável?
III. Corpo social e corpo político
IV. Subjetivação – no espelho da sociedade
V. Subjetividade de direito e práticas sociais de liberdade
VI. Reivindicação alheia e subjetivação disciplinadora

‍

A VARIANTE ANGLO-AMERICANA: GENTLEMAN

I. Pensamento experimental e conhecimento útil
II. Sociabilidade e outras virtudes
III. O espelho da sociedade torna-se mais rico
IV. Instituições inclusivas e poder instituinte

‍

A VARIANTE CONTINENTAL: HONNETE HOMME E BILDUNGSBÜRGER

I. O universo mundano dos salões de Paris
II. O Bildungsroman alemão
III. Subjetivação como submissão e autorização
1. Interpelação e submissão
2. Autorização pelo Estado

‍

CULTURA GESTORIAL

I. A ascensão das grandes empresas
II. O laboratório de pesquisa e desenvolvimento
III. Confiança entre estranhos
1. O legado da sociabilidade espontânea
2. Do homem dirigido internamente ao homem dirigido externamente?
IV. Gestores nos Estados Unidos e na Alemanha
1. O gestor americano
2. O funcionário executivo na Alemanha
V. Anexo: imagens da corporação

‍

CULTURA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

I. Homo digitalis e teoria da sociedade em rede
II. O cluster regional de alta tecnologia
III. A organização da produção econômica
1. Dissolução de fronteiras corporativas tradicionais
2. Aprendizado coletivo através de instituições informais
3. Experimentalidade contínua: novos modelos de contrato
IV. Do tornar-se ambiental da subjetividade de Direito
1. Paradigmas da evolução tecnológica
2. Da inteligibilidade de ambientes de tecnologia da informação
3. A dimensão ecotecnológica
V. A relevância do poder instituinte

‍

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Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade

Autoria:
Coordenação:
Thomas Vesting
Tradução:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
Tradutor:
Ricardo Campos e Gercélia Mendes
Prefácio:
ISBN:
9786553960411
1ª Edição
Ano:
2022
Páginas:
300
1ª Edição
Ano:
2022
ISBN:
9786553960411
Páginas:
300
Peso:
Peso:
550
Ano:
2022
Dimensões:
23
cm
×
3
cm
×
16
cm
Peso:
550

A Editora Contracorrente tem a honra de anunciar a publicação do livro Gentleman, gestor, homo digitalis: a transformação da subjetividade jurídica na modernidade, de autoria de um dos maiores teóricos do Direito da atualidade, o jurista alemão Thomas Vesting.

Em uma primorosa tradução de Ricardo Campos e Gercélia Mendes, a obra trata dos três ideais do homem moderno – gentleman, gestor e homo digitalis – no contexto do mundo técnico e do corpo social.

O livro de Thomas Vesting demonstra com erudição e clareza que a ascensão dos três ideais do homem se deu a partir de transformações nas ordens instituídas da sociedade moderna.

Nas palavras do próprio autor: “Através do exemplo de três ideais de personalidade do homem criativo moderno – o gentleman, o gestor e o homo digitalis – ele pretende mostrar que a evolução do conhecimento e a dinâmica econômica e tecnológica da Modernidade baseiam-se em práticas sociais de liberdade. Desde o início da Era Moderna, o sujeito vem dissociando-se do ´reino da realidade` para opor a ele um ´reino de possibilidades` inédito. Isso vem acompanhado da criação de uma forma processual de subjetividade jurídica cuja mutação é traçada no presente livro”.

Índice

INTRODUÇÃO
O PODER INSTITUINTE
CULTURA COMO SISTEMA SIMBÓLICO FORMADOR DE ORIENTAÇÃO

I. O legado universalista da teoria cultural
II. O duplo caráter da cultura moderna
III. O desafio da tecnologia da informação

‍

LIBERDADE CRIATIVA COMO FONTE DE DINÂMICA CULTURAL

I. Condições transubjetivas da subjetividade
II. Poder de imaginação como mimese poética
III. Do caráter de evento do novo

‍

CULTURA BURGUESA

I. O gentleman como ideal de personalidade
II. Postura técnica em relação ao mundo
1. O início da Idade Moderna como fase de fundação revolucionária 2. Realização por meio de trabalho incansável?
III. Corpo social e corpo político
IV. Subjetivação – no espelho da sociedade
V. Subjetividade de direito e práticas sociais de liberdade
VI. Reivindicação alheia e subjetivação disciplinadora

‍

A VARIANTE ANGLO-AMERICANA: GENTLEMAN

I. Pensamento experimental e conhecimento útil
II. Sociabilidade e outras virtudes
III. O espelho da sociedade torna-se mais rico
IV. Instituições inclusivas e poder instituinte

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A VARIANTE CONTINENTAL: HONNETE HOMME E BILDUNGSBÜRGER

I. O universo mundano dos salões de Paris
II. O Bildungsroman alemão
III. Subjetivação como submissão e autorização
1. Interpelação e submissão
2. Autorização pelo Estado

‍

CULTURA GESTORIAL

I. A ascensão das grandes empresas
II. O laboratório de pesquisa e desenvolvimento
III. Confiança entre estranhos
1. O legado da sociabilidade espontânea
2. Do homem dirigido internamente ao homem dirigido externamente?
IV. Gestores nos Estados Unidos e na Alemanha
1. O gestor americano
2. O funcionário executivo na Alemanha
V. Anexo: imagens da corporação

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CULTURA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

I. Homo digitalis e teoria da sociedade em rede
II. O cluster regional de alta tecnologia
III. A organização da produção econômica
1. Dissolução de fronteiras corporativas tradicionais
2. Aprendizado coletivo através de instituições informais
3. Experimentalidade contínua: novos modelos de contrato
IV. Do tornar-se ambiental da subjetividade de Direito
1. Paradigmas da evolução tecnológica
2. Da inteligibilidade de ambientes de tecnologia da informação
3. A dimensão ecotecnológica
V. A relevância do poder instituinte

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