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CATÁLOGO
Economia
Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente

Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente

Autor:
Rodrigo Oliveira Salgado
Ano:
2022
Tradutor:
Prefácio:
Tradutor:
Prefácio:
1ª Edição
Encadernação:
Brochura
ISBN:
9786553960305
páginas:
300
Dimensões:
23
cm
×
2
cm
×
16
cm
Peso:
310
g

RESUMO

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar a publicação do livro “Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente”, do pesquisador e professor Rodrigo Oliveira Salgado. A obra – originalmente uma tese de doutorado defendida na Faculdade de Direito da USP e orientada pelo Prof. Dr. Gilberto Bercovici – traça as relações da norma de zoneamento de São Paulo de 1972 com o contexto político e econômico do país no período.Em exercício comparativo bastante profícuo, Salgado revisita o surgimento da norma de zoneamento em Frankfurt, passa pela produção normativa nos Estados Unidos e analisa, em detalhes, a norma de São Paulo, sempre sob a perspectiva do Direito Econômico. Por meio de gráficos, figuras e um arcabouço teórico robusto, o livro procura ainda compreender as condições socioeconômicas daquele período, de maneira a identificar as consequências sociais da norma de zoneamento paulistana. Trata-se, portanto, de uma obra que, ao inserir a reflexão acerca da lei de zoneamento em uma discussão mais ampla, lança luz sobre as desigualdades na organização do espaço urbano e a precarização da moradia das classes trabalhadoras.‍

sobre

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar a publicação do livro “Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente”, do pesquisador e professor Rodrigo Oliveira Salgado.

A obra – originalmente uma tese de doutorado defendida na Faculdade de Direito da USP e orientada pelo Prof. Dr. Gilberto Bercovici – traça as relações da norma de zoneamento de São Paulo de 1972 com o contexto político e econômico do país no período.

Em exercício comparativo bastante profícuo, Salgado revisita o surgimento da norma de zoneamento em Frankfurt, passa pela produção normativa nos Estados Unidos e analisa, em detalhes, a norma de São Paulo, sempre sob a perspectiva do Direito Econômico.

Por meio de gráficos, figuras e um arcabouço teórico robusto, o livro procura ainda compreender as condições socioeconômicas daquele período, de maneira a identificar as consequências sociais da norma de zoneamento paulistana.

Trata-se, portanto, de uma obra que, ao inserir a reflexão acerca da lei de zoneamento em uma discussão mais ampla, lança luz sobre as desigualdades na organização do espaço urbano e a precarização da moradia das classes trabalhadoras.

Índice

PRESSUPOSTOS TEÓRICOS

1.1 Cidade industrial e produção capitalista do espaço

1.1.1 David Harvey – produção da cidade e spatial fix

1.1.2 Harvey Molotch – a cidade como máquina de crescimento

1.2 Modo de regulação fordista, fordismo periférico e urbanização

1.3 O Keynesianismo espacial – Neil Brenner

1.4 Direito econômico, norma jurídica e apropriação do excedente

1.4.1 Direito urbanístico e Direito econômico

1.4.2 Direito econômico e regulação do excedente

1.5 Quadro sinótico dos pressupostos teóricos levantados

A SOLUÇÃO ADICKES: O ZONEAMENTO DE FRANKFURT

2.1 O zoneamento em Frankfurt

2.1.1 Características

2.1.1.1 Industrialização tardia e adensamento populacional

2.1.1.2 Questões sanitárias

2.1.1.3 Organização do espaço urbano

2.2 A Lei de Zoneamento de 1891 e suas modificações

2.3 Questões subjacentes: o ajuste espacial e a luta de classes

2.4 A inserção do zoneamento de Frankfurt no plano macrojurídico alemão

2.5 A transformação do modelo na Europa

2.6 Zoneamento e apropriação do excedente: reflexões sobre o modelo de Frankfurt

TRANSPONDO INSTRUMENTOS: DA GILDED AGE AO NEW DEAL

3.1 O pre-zoning dos Estados Unidos

3.2 Entre a Alemanha e a América: o nascimento do zoning nos Estados Unidos

3.2.1 Freund ou Ford? Duas versões para o nascimento do zoneamento nos Estados Unidos

3.2.1.1 Ernst Freund: poder de polícia e zoneamento

3.2.1.2 William Fischel: Henry Ford e sua contribuição para a organização espacial da cidade

3.3 O zoneamento euclideano

3.4 O caso de Nova York

3.5 Zoning na prática: defesa da propriedade e da segregação

3.6 Da Gilded Age ao New Deal

3.7 O crash de 1929 e seus impactos na construção civil e no mercado imobiliário

3.8 Antecedentes ao New Deal: Better Homes in America, o Standard State Zoning Act e o Planning Act

3.8.1 Better Homes in America

3.8.2 Standard State Zoning Enabling Act (SZEA)

3.8.3 Standard City Planning Enabling Act (SCPEA)

3.9 O New Deal: regulação e indução ao mercado

3.9.1 Financiamento imobiliário e programas de incentivo à infraestrutura urbana

3.9.2 A National Resources Planning Board (NRPB) e o planejamento urbano

O MODO DE REGULAÇÃO FORDISTA E O ZONEAMENTO

4.1 Fordismo, consumo de massas e o espaço doméstico

4.2 Zoneamento como segurança jurídica ao investimento familiar

4.3 Modo de regulação fordista, keynesianismo espacial e o zoneamento

4.4 Outras considerações sobre o zoneamento norte-americano

O ZONEAMENTO NO FORDISMO PERIFÉRICO

5.1 Fordismo periférico no regime de exceção

5.1.1 Do desenvolvimentismo nacionalista ao internacionalista

5.1.2 Modernização e crescimento associado: o caso do sistema bancário

5.1.3 O Sistema Financeiro da Habitação

ZONEAMENTO NO SUBFORDISMO: O CASO DE SÃO PAULO

6.1 Experiências prévias

6.2 O quadro pós-SFH e SBPE

6.3 A lei de zoneamento de 1972

6.4 A cidade legal e a cidade real no fordismo periférico: considerações sobre o excedente e a LGZ

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Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente

Autor:
Rodrigo Oliveira Salgado
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2022
1ª Edição
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300
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RESUMO

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar a publicação do livro “Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente”, do pesquisador e professor Rodrigo Oliveira Salgado. A obra – originalmente uma tese de doutorado defendida na Faculdade de Direito da USP e orientada pelo Prof. Dr. Gilberto Bercovici – traça as relações da norma de zoneamento de São Paulo de 1972 com o contexto político e econômico do país no período.Em exercício comparativo bastante profícuo, Salgado revisita o surgimento da norma de zoneamento em Frankfurt, passa pela produção normativa nos Estados Unidos e analisa, em detalhes, a norma de São Paulo, sempre sob a perspectiva do Direito Econômico. Por meio de gráficos, figuras e um arcabouço teórico robusto, o livro procura ainda compreender as condições socioeconômicas daquele período, de maneira a identificar as consequências sociais da norma de zoneamento paulistana. Trata-se, portanto, de uma obra que, ao inserir a reflexão acerca da lei de zoneamento em uma discussão mais ampla, lança luz sobre as desigualdades na organização do espaço urbano e a precarização da moradia das classes trabalhadoras.‍

sobre

A Editora Contracorrente tem a satisfação de anunciar a publicação do livro “Regulação econômica do espaço urbano e apropriação do excedente”, do pesquisador e professor Rodrigo Oliveira Salgado.

A obra – originalmente uma tese de doutorado defendida na Faculdade de Direito da USP e orientada pelo Prof. Dr. Gilberto Bercovici – traça as relações da norma de zoneamento de São Paulo de 1972 com o contexto político e econômico do país no período.

Em exercício comparativo bastante profícuo, Salgado revisita o surgimento da norma de zoneamento em Frankfurt, passa pela produção normativa nos Estados Unidos e analisa, em detalhes, a norma de São Paulo, sempre sob a perspectiva do Direito Econômico.

Por meio de gráficos, figuras e um arcabouço teórico robusto, o livro procura ainda compreender as condições socioeconômicas daquele período, de maneira a identificar as consequências sociais da norma de zoneamento paulistana.

Trata-se, portanto, de uma obra que, ao inserir a reflexão acerca da lei de zoneamento em uma discussão mais ampla, lança luz sobre as desigualdades na organização do espaço urbano e a precarização da moradia das classes trabalhadoras.

Índice

PRESSUPOSTOS TEÓRICOS

1.1 Cidade industrial e produção capitalista do espaço

1.1.1 David Harvey – produção da cidade e spatial fix

1.1.2 Harvey Molotch – a cidade como máquina de crescimento

1.2 Modo de regulação fordista, fordismo periférico e urbanização

1.3 O Keynesianismo espacial – Neil Brenner

1.4 Direito econômico, norma jurídica e apropriação do excedente

1.4.1 Direito urbanístico e Direito econômico

1.4.2 Direito econômico e regulação do excedente

1.5 Quadro sinótico dos pressupostos teóricos levantados

A SOLUÇÃO ADICKES: O ZONEAMENTO DE FRANKFURT

2.1 O zoneamento em Frankfurt

2.1.1 Características

2.1.1.1 Industrialização tardia e adensamento populacional

2.1.1.2 Questões sanitárias

2.1.1.3 Organização do espaço urbano

2.2 A Lei de Zoneamento de 1891 e suas modificações

2.3 Questões subjacentes: o ajuste espacial e a luta de classes

2.4 A inserção do zoneamento de Frankfurt no plano macrojurídico alemão

2.5 A transformação do modelo na Europa

2.6 Zoneamento e apropriação do excedente: reflexões sobre o modelo de Frankfurt

TRANSPONDO INSTRUMENTOS: DA GILDED AGE AO NEW DEAL

3.1 O pre-zoning dos Estados Unidos

3.2 Entre a Alemanha e a América: o nascimento do zoning nos Estados Unidos

3.2.1 Freund ou Ford? Duas versões para o nascimento do zoneamento nos Estados Unidos

3.2.1.1 Ernst Freund: poder de polícia e zoneamento

3.2.1.2 William Fischel: Henry Ford e sua contribuição para a organização espacial da cidade

3.3 O zoneamento euclideano

3.4 O caso de Nova York

3.5 Zoning na prática: defesa da propriedade e da segregação

3.6 Da Gilded Age ao New Deal

3.7 O crash de 1929 e seus impactos na construção civil e no mercado imobiliário

3.8 Antecedentes ao New Deal: Better Homes in America, o Standard State Zoning Act e o Planning Act

3.8.1 Better Homes in America

3.8.2 Standard State Zoning Enabling Act (SZEA)

3.8.3 Standard City Planning Enabling Act (SCPEA)

3.9 O New Deal: regulação e indução ao mercado

3.9.1 Financiamento imobiliário e programas de incentivo à infraestrutura urbana

3.9.2 A National Resources Planning Board (NRPB) e o planejamento urbano

O MODO DE REGULAÇÃO FORDISTA E O ZONEAMENTO

4.1 Fordismo, consumo de massas e o espaço doméstico

4.2 Zoneamento como segurança jurídica ao investimento familiar

4.3 Modo de regulação fordista, keynesianismo espacial e o zoneamento

4.4 Outras considerações sobre o zoneamento norte-americano

O ZONEAMENTO NO FORDISMO PERIFÉRICO

5.1 Fordismo periférico no regime de exceção

5.1.1 Do desenvolvimentismo nacionalista ao internacionalista

5.1.2 Modernização e crescimento associado: o caso do sistema bancário

5.1.3 O Sistema Financeiro da Habitação

ZONEAMENTO NO SUBFORDISMO: O CASO DE SÃO PAULO

6.1 Experiências prévias

6.2 O quadro pós-SFH e SBPE

6.3 A lei de zoneamento de 1972

6.4 A cidade legal e a cidade real no fordismo periférico: considerações sobre o excedente e a LGZ

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Suspendisse varius enim in eros elementum tristique. Duis cursus, mi quis viverra ornare, eros dolor interdum nulla, ut commodo diam libero vitae erat. Aenean faucibus nibh et justo cursus id rutrum lorem imperdiet. Nunc ut sem vitae risus tristique posuere.

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